domingo, 19 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
O Ministério do Meio Ambiente quer ampliar as parcerias com os municípios, bombeiros, órgãos ambientais e com brigadas contra incêndio. A finalidade é reduzir o número de queimadas no país, que segundo a ministra do meio ambiente, Izabella Teixeira, na sua maioria ocorrem por ações criminosas.
A ministra que ontem, ao lado de diretores do Ibama, participou da abertura do Plano Anual de Proteção Ambiental 2011, em Anápolis, reconhece que o índice de queimadas na região Centro-Oeste foi elevado. Mas ela espera melhorias com à entrada em vigor do PP Cerrado (Plano para Prevenção do Desmatamento e Queimadas do Cerrado).
A ministra que ontem, ao lado de diretores do Ibama, participou da abertura do Plano Anual de Proteção Ambiental 2011, em Anápolis, reconhece que o índice de queimadas na região Centro-Oeste foi elevado. Mas ela espera melhorias com à entrada em vigor do PP Cerrado (Plano para Prevenção do Desmatamento e Queimadas do Cerrado).
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
O cerrado de Goias
Cerrado, um risco de extinção em Goiás
As queimadas provocadas pelo homem contribuem para a extinção do cerrado
O cerrado é um dos principais biomas do país, ocupa cerca de 22% de todo o território, mas sofre com a ameaça constante de extinção, essa previsão pessimista é proveniente do atual quadro ambiental em que se encontra o cerrado, no qual, aproximadamente 80% da biodiversidade já sofreu alterações na fauna e flora, em Goiás a situação é mais agravante pois estimativas revelam que cerca de 90% de todo bioma já se encontra alterado.
Em Goiás, os parques de preservação representam apenas 1% de todo cerrado goiano, enquanto que em outros estados a média é de 2,5%, esses dados estão muito abaixo das metas internacionais que é de 10%, esse percentual deveria ser revertido em reservas ambientais em Goiás.
Por várias décadas o cerrado foi visto como impróprio à ocupação agropecuária, portanto inviável economicamente, tal pensamento era devido às características de solo, muito ácido por causa da alta concentração de hidróxido de alumínio e o tipo de vegetação, de árvores baixas e arbustos.
Em Goiás, os parques de preservação representam apenas 1% de todo cerrado goiano, enquanto que em outros estados a média é de 2,5%, esses dados estão muito abaixo das metas internacionais que é de 10%, esse percentual deveria ser revertido em reservas ambientais em Goiás.
Por várias décadas o cerrado foi visto como impróprio à ocupação agropecuária, portanto inviável economicamente, tal pensamento era devido às características de solo, muito ácido por causa da alta concentração de hidróxido de alumínio e o tipo de vegetação, de árvores baixas e arbustos.
Porém, mais tarde, por volta da década de 70, a intensa mecanização e modernização do campo e a introdução de culturas destinadas à exportação (as monoculturas) provocou uma intensa modificação no espaço geográfico do cerrado.
Segundo dados da WWF (World Wide Foundation), cerca de 60% do cerrado goiano já foi retirado, dando lugar a pastagens, 6% foram destinados à agricultura, 14% destinados à ocupação urbana e construção de estradas, somente 19% de cerrado se encontra conservados. A devastação ambiental no cerrado por falta de manejo florestal e outras medidas desenvolvem a preocupação do risco de a recomposição se tornar irreversível.
O que deve ser feito na região é a realização da aplicação de medidas de preservação e conservação, repensando o modelo de desenvolvimento e criando políticas econômicas que conciliam prosperidade, crescimento financeiro e preservação (desenvolvimento sustentável).
A ação antrópica é o agente modificador das paisagens do cerrado, a constante destruição do bioma provoca a extinção de animais, plantas e crescimento do número de erosões. A principal ação é a agricultura que a cada ano abre mais áreas de cultivo, retirando a cobertura do cerrado, eliminando aos poucos o bioma.
O cerrado é um bioma extremamente rico em fauna, flora, além de apresentar potencial hídrico, muitas espécies de animais e plantas ainda não são conhecidas ou não foram catalogadas, no entanto, sabe-se que são identificadas 837 espécies de aves, 197 de mamíferos, 180 de répteis, 113 de anfíbios e uma infinidade de insetos diferentes. O cerrado também é divisor de águas, possui uma grande quantidade de água de superfície e subterrânea.
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